On terça-feira 16 comentários

Esse filme conta a história de Jenna, uma menina que no dia seguinte ao seu aniversário de 13 anos, acorda com 30. Não só isso... ela acorda rica, bonita e bem-sucedida profissionalmente. Ah, e com um namorado. Porém, Jenna (que continua com a mesma cabeça de 13 anos) não aprova muito o caminho trilhado por ela para chegar até aquele ponto. Ela percebe que nada daquilo importa e vai atrás de alguma ligação com seu passado. É aí que ela encontra Matt (Mark Ruffalo, casa comigo?), seu melhor amigo de infância. Com a ajuda dele, ela tenta resgatar os valores que tinha aos 13.

Eu sou louca por essas histórias de “volta ao passado” ou de “ida ao futuro”. Fico imaginando o que uma Fani mais velha diria para mim, se aparecesse na minha frente! E fico pensando também em como eu gostaria de me ver no passado... E esse filme é tão doce e mágico, que não dá pra sair do cinema com um sorriso maior do que o tamanho do rosto! Os protagonistas (Jennifer Garner e Mark Ruffalo) têm tanta química que eu nunca mais consegui ver um filme do Mark Ruffalo sem odiar as atrizes que escolheram pra fazer par romântico com ele! Por mim ele só faria filmes com a Jennifer pelo resto da vida. Inclusive, Jennifer, que tal largar o Ben Affleck e ficar com o Mark no lugar?

Mais do que recomendado. Se eu pudesse dar seis estrelinhas para esse filme, eu daria. Ah, a cena de Thriller merece ser vista milhões de vezes! Eu até decorei os passos e fico dançando na frente da TV junto com eles! (mas só quando não tem ninguém olhando).

Citação preferida:

Jenna: Quer saber um segredo?

Matt: Quero.

Jenna: Você é o cara mais doce que eu já conheci.

On segunda-feira 6 comentários

Só tenho uma reclamação desse filme. O fato de não terem mantido o título original. Eu acho "Serendipity" um nome tão fofo! Eu sei que em português não significa nada, mas é só assistir ao filme que dá pra entender o que a palavra quer dizer. “O dom de fazer descobertas felizes por acaso”. E é disso mesmo que o filme fala.

Jonathan (John Cusack) e Sara (Kate Beckinsale) se conhecem por acaso em uma loja de departamentos às vésperas do Natal. Depois de algumas coincidências, eles resolvem sentar em um café para conversar, rola o maior clima, mas – como os dois são comprometidos – fica só nisso mesmo. A Sara não dá nem o telefone pro moço (minha filha, recusar telefone pro John Cusack é grave, hein?) e eles combinam então que, se for pra se reencontrarem, o destino fará com que isso aconteça. Ela escreve o nome e o telefone dela dentro de um livro, o qual ela venderá para um sebo no dia seguinte, e faz com ele anote seu telefone em uma nota de dólar, que usa imediatamente para comprar chicletes. Se a nota algum dia chegar até ela, ou se o livro chegar até ele, um deles terá o telefone do outro, com a “benção” do destino. Alguns anos se passam, os dois ficam noivos de outras pessoas, mas continuam se lembrando daquela noite em que se encontraram... e o destino realmente fará com que eles se vejam outra vez.

Em primeiro lugar, esse filme é lindo visualmente. Nova York na véspera do Natal, com luzinhas e neve... dá uma sensação tão boa, uma vontade de entrar dentro da tela... Chega a me dar tristeza o fato de não ter neve no Brasil!

Esse é outro casal que funcionou bem, a Kate Beckinsale é uma fofa e o John Cusack, então, nem preciso falar nada! Aquela carinha de cachorrinho perdido dele é de arrasar! Não gosto muito da Molly Shannon (que faz papel da melhor amiga da Sara), ela é muito forçada e só faz careta. Não entendo como Hollywood dá tanto destaque pra ela. Ela ganhou um filme inteiro! (apesar de ser um filme péssimo: “Superstar”) Pra compensar, temos o John Corbett (como vc dispensa esse homem, Carrie Bradshaw?), que faz o papel de namorado da Sara. Mas, o que importa mesmo é que o John e a Kate roubam a cena e que o filme é perfeito, em grande parte pela atuação dos dois. Imperdível.

Citação preferida:

Sara: Você não tem que entender. Você só tem que ter fé.

Jonathan: Fé em que?

Sara: No destino.

On sábado 17 comentários

Vou começar a escrever sobre o filme mais fofo do universo citando 10 coisas que eu amo nele:

1. O Patrick Verona (Oh, Heath Ledger! Por que você me deixou??)

2. A Kat Stratford (Julia Stiles diva!)

3. As músicas (Letters to Cleo é muito bom!)

4. A escola do filme se parece com um castelo! (Eu queria ter estudado lá!)

5. O filme é uma versão teen de "A Megera Domada" de Shakespeare

6. A cena da orientadora escolar escrevendo romances, digamos, “adultos” ("Enquanto suas mãos deslizavam por suas coxas tenras, ela sentia seu membro enorme, pulsando de desejo". Hahaha!)

7. A Bianca falando em francês e o Cameron sem entender nada!

8. O Patrick cantando "Can't take my eyes off of you" (o Leo gravou essa música pra mim no primeiro CD que me deu!) na frente da escola inteira! Meu Deus, eu poderia morrer naquele momento se fosse a Kat!

9. O poema da Kat (eu sei até de cor!)

10. No final do filme, enquanto os créditos vão passando, tem cenas hilárias! Vale a pena assistir até o fim!

Eu acho que já vi esse filme umas 50 vezes, sem brincadeira. E chorei em todas elas. Não, o filme não é triste, muito pelo contrário. Mas é tão lindo que a emoção não cabe no peito! Ele conta a história de Kat Stratford, uma estudante do último ano do ensino médio, que é completamente rebelde e antissocial. Sua irmã mais nova, Bianca, é seu oposto: muito popular e adora participar de todas as festas do colégio. Porém, o pai delas cria uma lei em que Bianca só pode namorar se a irmã namorar antes. Dessa forma, Bianca tenta a todo custo arrumar um namorado pra Kat. E é aí que entra o anti-galã Patrick Verona. Cameron - o garoto que paquera Bianca- contrata o cara mais "amedrontador" da escola para tentar conquistá-la... O resto vocês vão ter que assistir pra saber. Mas posso afirmar que esse é um filme que faz rir e chorar. Só tem um probleminha... ele me deixou mal acostumada. Nenhum outro filme nunca mais chegou à altura dele!

Minha citação preferida: O poema lindo que a Kat declama (obviamente inspirado no Patrick) ao final da aula (com um muso inspirador daquele, eu também faria um poema lindo desses!):

Em inglês (porque assim rima e fica mais bonito que traduzido):

I hate the way you talk to me, and the way you cut your hair.
I hate the way you drive my car. I hate it when you stare.
I hate your big dumb combat boots, and the way you read my mind.
I hate you so much it makes me sick; it even makes me rhyme.
I hate the way you're always right. I hate it when you lie.
I hate it when you make me laugh, even worse when you make me cry.
I hate it when you're not around, and the fact that you didn't call.
But mostly I hate the way I don't hate you.
Not even close, not even a little bit, not even at all.

On terça-feira 9 comentários

O que você faria se tivesse um controle remoto que te permitisse acelerar aquela aula chata ou que fizesse o encontro com o namorado passar bem devagarzinho? Eu ia amar, mas isso antes de assistir a esse filme. Ele nos mostra que cada minuto da vida é importante e que, para acontecer um momento feliz, todos os que vieram antes dele tiveram igual importância, mesmo aqueles que a gente acha que são irrelevantes.

O filme conta a história de Michael Newman (Adam Sandler), um arquiteto workaholic que é casado com Donna (Kate Beckinsale) e tem dois filhos. Sua família reclama de sua ausência em eventos escolares e familiares e ele, por sua vez, quer cada vez mais agradar seu chefe, e se sente pressionado por todos os lados. Uma noite ele vai a uma loja de departamentos para comprar um controle remoto e conhece o vendedor Morty (Christopher Walken), que oferece a ele um aparelho capaz de controlar a sua vida real. Ele começa a usar demais o controle e acaba passando do limite.

Esse é outro filme que me fez rir e chorar. O engraçado é quando estreou e eu o assisti no cinema, pensava que fosse apenas mais um filme engraçadinho, como a maioria dos que o Adam Sandler participa, mas eu me enganei completamente. O filme é sério e passa uma mensagem muito importante. Eu saí do cinema encantada. Ele se tornou um dos meus filmes preferidos.

Citação preferida:

Donna Newman: Você ainda vai me amar pela manhã?

Michael Newman: Para todo sempre, amor.